O Brasil perdeu nestas eleições a chance de construir uma bancada forte para defender a educação e a ciência. Professores(as), ex-reitores de universidades, pesquisadores de renome internacional e lideranças sindicais e estudantis, entre outras, que se apresentam para fazer frente às bancadas do atraso que chancelaram retrocessos. E defender projetos em prol de áreas fundamentais para a reconstrução do país, assim como brecar outros que possam aprofundar ainda mais as desigualdades.

Afinal, da educação e da ciência dependem a tecnologia, a saúde, a economia, o meio ambiente e o desenvolvimento como um todo. Havia pelo menos 100 candidaturas formalmente comprometidas, concorrendo ao Senado, Câmara, Assembleias e até governos. Mas apenas 18 foram eleitas.

Dos cinco nomes em disputa ao Senado, venceu somente Tereza Leitão (PT) em Pernambuco. Um nome desperdiçado pelo eleitorado no Distrito Federal foi o da professora aposentada e secretária de finanças da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), Rosilene Corrêa (PT-DF) – que teve votação expressiva, mas ficou em terceiro, com 22,4%.

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