Nesta quinta-feira (27), o presidente do Sindicato APEOC, Reginaldo Pinheiro, o diretor da CNTE, Alessandro Carvalho, o coordenador da Frente Norte/Nordeste, Anizio Melo, e representantes da UNE, UEE, UBES, ACES e UNEFORT, protocolaram no Palácio da Abolição, um ofício contra o retorno às aulas presenciais, com foco na defesa da vida, apoio financeiro, estrutural e de formação aos professores nas aulas remotas e auxílio alimentação aos estudantes.
O Blocão da Educação cobra do governador Camilo Santana que continue defendendo a vida, não reabrindo as escolas no momento de pandemia, que ainda tem matado cerca de 1000 pessoas por dia no Brasil.
Professores e estudantes entendem que ainda não existe segurança sanitária para um retorno das atividades presenciais. O documento entregue ao Executivo cobra ainda o aumento do número de parcelas do auxílio alimentação aos alunos, onde muitos tem sofrido com a falta de alimentos nesse período de pandemia.
Os professores, apesar do isolamento social, têm feito todos os esforços para garantir uma educação pública de qualidade, mesmo nesse momento, chegando a utilizar recursos próprios para viabilizar aulas e orientação aos estudantes, por isso, o Blocão da Educação cobra também o apoio financeiro e estrutural aos docentes.
RETORNO ÀS AULAS PRESENCIAIS, QUEM VAI SE RESPONSABILIZAR?














