Em assembleia geral realizada nesta terça-feira (26/03), a categoria aprovou, de forma unânime, o indicativo de greve, prevendo paralisação e uma nova assembleia no dia 4 de abril, uma data decisiva.

Se o governo estadual não apresentar uma proposta satisfatória, que contemple as pautas da Campanha Salarial, a educação vai parar.

O reajuste Fake, aprovado na Assembleia Legislativa na última semana, não contempla a categoria e nem quita as obrigações pendentes do Governo do Estado com a educação, tais como:

– Pagamento do retroativo da promoção 2019;
– ⁠Pagamento do retroativo do Piso de 2023;
– Implantação das promoções 2022 e 2023;
– Seleção estadual classificatória para temporários;
– Equiparação salarial dos temporários;
– PVR dos doutores;
– ⁠Pagamento das premiações;
– Fim da taxação das aposentadorias e muito mais.

Até o dia 4 de abril, a categoria segue o calendário de lutas aprovado na última assembleia:

– 27/03 a 03/04: Chão da escola, encontros zonais e regionais;
– 04/04: Paralisação estadual com assembleia para avaliar a negociação e votar o início da greve;
– 08/04: Início da greve com ato no Palácio da Abolição.

Para o professor Anízio, é hora da categoria construir um grande movimento visando a solução das pautas locais da campanha salarial, sem esquecer as lutas nacionais.

Acorda, Elmano! Se a negociação não avançar, a educação vai parar, sem data pra voltar!