Em 2009, a Câmara tornou-se mais complacente com os deputados ao perdoar 88,3% das faltas do ano. As ausências aumentam no segundo semestre e nos dias próximos a feriados.

Os deputados usaram como argumento “missão oficial” ou apresentaram “licença médica” para faltar às votações de terça a quinta-feira.

Com a benevolência da direção, alguns chegam a confessar sem pudor que, em vez de estar presentes em plenário, preferem antecipar o trabalho nas bases eleitorais para não perder o mandato na eleição do próximo ano.