A toque de caixa, o Governo Elmano de Freitas aprovou, sem diálogo com a categoria, um reajuste a partir de julho, sem retroativo, e sem pagar as dívidas que tem com o Magistério estadual.

Nossa negociação não é no varejo, e sim no atacado. A Campanha Salarial é ampla e atende a todas as demandas da categoria, que quer promoção, que quer o fim da taxação das aposentadorias, que quer a valorização dos profissionais não docentes, que quer ampliação definitiva de carga horária, que quer a equiparação do salário dos professores terceirizados aos vencimentos do início da carreira dos professores efetivos, além de mais pautas aprovadas pela categoria para nossa Campanha Salarial.

Estivemos na Assembleia Legislativa, cobramos do parlamentares apoio às nossas reivindicações, porém, como um grande trator, o Palácio da Abolição passou por cima de tudo e aprovou o Projeto de Lei.

Por isso, continuamos em Estado de Greve, rumo à assembleia do dia 26/03, terça-feira, às 9h,  e continuaremos no lema: “se a negociação não avançar, a educação vai parar!”