Mais uma vez a Educação mostrou o protagonismo nas ruas da capital e do interior. No Dia Nacional de Luta pela Educação, professores, estudantes e trabalhadores mostraram ao governo Bolsonaro e o governo Camilo Santana que não será aceito nenhum retrocesso. Em Fortaleza a concentração foi na Reitoria da UFC e seguiu até a Praça da Justiça Federal, no Centro. Em Juazeiro do Norte, os manifestantes se concentraram na CREDE 19 e seguiram em caminhada pelas ruas da cidade.

O presidente Anizio Melo foi incisivo, não à militarização das escolas no Ceará, não ao FUTURE-SE e não a intervenção e cortes nas universidades. A luta deve ser pela aprovação do Novo FUNDEB, a regulamentação da Lei dos Royalties e os Precatórios do FUNDEF para a valorização da Educação e de seus profissionais.

No Ceará, lutamos pelos retroativos do reajuste e promoções sem titulação, pela homologação e convocação dos aprovados no Concurso para Professor e o edital da Ampliação Definitiva de Carga Horária.

“Estamos no esquenta da paralisação da rede estadual no dia 16 de outubro, pela luta local e nacional. Neste dia 3, Dia Nacional de luta pela Educação, estamos em Fortaleza, fazendo a luta no chão da escola, para mostrar ao governo Bolsonaro que não vamos aceitar o retrocesso, e ao governador Camilo Santana que nós queremos a efetivação da pauta pendente”, afirmou Anizio Melo, presidente da APEOC e FETENE.