O Jornal O Povo desta quarta-feira (7), traz uma reportagem sobre o impasse quanto ao retorno das aulas presenciais na rede pública estadual. O presidente da APEOC, Reginaldo Pinheiro, contesta o número de escolas aptas ao retorno, segundo a SEDUC. “Embora esforços do gestor escolar, o que a gente percebe nas visitas feitas pelo nosso Sindicato, é que o governo tem apoiado minimamente as escolas. Há necessidade de mais dinheiro. O recurso que está sendo utilizado para a escola melhorar a estrutura tem se mostrado insuficiente”.

Para o presidente, o montante de investimentos divulgado pela SEDUC, de 46 milhões de reais, já era destinado à manutenção das instituições, mesmo antes da pandemia da Covid-19. “O melhor é que o governo apoiasse mais tecnicamente as escolas. Seria uma oportunidade de priorizar recursos para a educação pública. Será uma chance perdida se o governo não priorizar. Algumas instituições de ensino não têm condições de funcionar nem mesmo num ambiente sem pandemia”, considera.