A comunidade surda defendeu a permanência das escolas bilíngues durante audiência pública que tratou da atual situação do Instituto Felipe Smaldone. A audiência, realizada na tarde de quinta-feira (10/12), lotou cinco auditórios do Complexo de Comissões da Assembleia Legislativa. O debate foi promovido em conjunto com a Câmara Municipal de Fortaleza, por iniciativa dos deputados petistas Artur Bruno e Rachel Marques, e dos vereadores João Alfredo e Guilherme Sampaio.

Durante a audiência, entrou em pauta a discussão das novas diretrizes do Ministério da Educação para a educação de surdos, que recomenda a obrigatoriedade da matrícula dos alunos com deficiência auditiva no ensino regular. A comunidade surda, temendo a extinção das escolas especiais bilíngues, escreveu um manifesto em defesa da permanência do ensino especializado.