Outro é o currículo por pesos utilizado na Europa; e outro é o sistema semanal (similar ao da semestralidade, com três disciplinas trabalhadas a cada sete dias). Esses dois começam a ser aplicados em maio, em 12 escolas que atuam de manhã e à tarde. “Os problemas ainda são maiores no ensino noturno. Todo mundo quer mudança. Só que algumas exigem cortar na carne”, pontua Rogers Mendes. “Não é só a escola profissionalizante que vai atrair o jovem. Ele ter que interagir com colegas e professores para ser um ser ativo no processo”, acrescenta Anízio Melo. (BC)
Fonte: O Povo














