Não é de hoje nem de ontem que o Sindicato – APEOC vem denunciando e pedindo aos governantes públicas providências enérgicas contra a falta de segurança nas escolas das redes públicas de ensino do Estado e da prefeitura de Fortaleza. E sem dúvida, se nada de algo acontecer para brecar essa onda de violência urbana, em breve, os mesmos lamentáveis crimes estarão acontecendo em todas as cidades do interior cearense, a exemplo do que se registra nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, quando divulgado pelas televisões, no dia seguinte, acontece em Fortaleza.

Logo após um estudante ser baleado e morto dentro de uma escola no Sul do país, algo idêntico ocorreu na capital cearense, sem óbito, para felicidade da família de uma estudante. A onda do crime banal, dizimando vítimas inocentes e outras dependentes da própria criminalidade, cresce de maneira que o Poder Público parece ter perdido controle e autoridade. Ou faz de conta que não sabe ou é impotente réu confesso diante de um “estado marginal” sob o comando do trafico de drogas e de “organizações criminosas” que aterrorizam a sociedade desprotegida do direito ter seurança, como dever obrigatório do poder que tem o Estado.

Não há explicação para o que acontece. O estado marginal e criminoso, que existe dentro do território nacional, importa livremente 92% da cocaína que é consumida pelo usuário brasileiro. Todos nós sabemos e sabem os governantes públicos, através dos relatórios divulgados pela Policia Federal.

Então por que não se fiscaliza e não se combate à entrada dessas drogas nas fronteiras brasileiras. Drogas procedentes do país vizinho, Bolívia, de Evo Moralles. Estamos esperando o quê? Que a droga extermine toda uma nossa geração de adolescentes! Acorda Brasil! Segurança antes que seja tarde, clama o Sindicato – APEOC com este SOS aos governantes do Ceará.